#posEngSoft, #prosa

Enfim, especialista! Mas, e agora?


No mês passado entreguei minha monografia na PUC-Minas, referente à pós-graduação em Engenharia de Software, e já recebi o resultado informando que fui aprovada \o/.

Resultado da monografia

Resultado da monografia

Posso afirmar que aprendi muita coisa, mas nem tanto quanto esperava. Mesmo assim, ampliei minha visão sobre o que realmente significa construir um software. E resumidamente, aprendi que:

  • fazer caso de teste pode não ser tão simples quanto parece;
  • JEE está bem mais fácil de se trabalhar;
  • os diagramas da UML podem ser mais úteis em arquitetura do que em análise;
  • gerência de configuração não é só controle de versão;
  • utilizar ferramentas de modelagem de processo e ferramentas da IBM Rational;
  • é possível ter um BI sem pagar caras licenças;
  • ontologia e árvore canônica possuem uma complexidade interessante;
  • não se aprende a gerenciar um projeto de software tendo mais uma disciplina de 15 horas;
  • qualidade de software pode ser medida de forma descomplicada;
  • arquitetura de software vai muito além de tecnologias, plataformas e linguagens.

Também descobri a diferença entre um engenheiro de software e um programador:

O engenheiro de software conhece e faz parte de todo o processo de desenvolvimento, já o programador, continua codificando muito bem.

Por fim, o mais valioso foi me apaixonar por Arquitetura de Software!

E quando você acha que terá as respostas, sempre vêm mais perguntas: O que vem agora? Estudos por conta própria? Cursos? Certificações? Outra pós? Mestrado?

Até breve 😉

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#posEngSoft, #prosa

Engenharia de Software – Até onde se aplica?


Na pós-graduação de Engenharia de Software tenho aprendido o caminho das pedras para desenvolver software de qualidade seguindo os princípios propostos pela Engenharia de Software Clássica.

Entretanto seguir todas as etapas  desenvolvimento é muito custoso principalmente no tempo gasto com análise e projeto. Há quem diga que o tempo gasto nestas etapas é válido pois o software produzido terá mais qualidade do que um software que foi desenvolvido sem estas etapas.

Qualidade – resultado de um milhão de atos altruísta de importar-se (Clean code).

Recentemente li o livro Getting real, da 37Signals cuja leitura recomendo piamente, que afirma que as especificações por mais bem feitas que sejam, nunca representaram o real entendimento que uma tela consegue provocar.

Analisando estas duas vertentes podemos chegar a uma prévia conclusão:

– Para desenvolver um software inovador é necessário abrir mão de algumas premissas da Engenharia de Software.

E você, acha que essa conclusão é válida? Comente 😉

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